Por Francisco Costa
Aécio
Neves consegue ser tão ruim que entre ruins sobra, tão ladrão que entre ladrões
sobra, tão antinacionalista que entre vendilhões da pátria sobra, tão tucano
que entre tucanos sobra. Parêntesis: há uma elite tucana, uma espécie de
politburo tupiniquim, intimamente ligada à Cia e à tevê Globo que, no poder ou
não, serve-se de bonecos ocasionais, inflando-lhes os ego, quando não
propinando, usando-os para depois descartarem, bagaços de laranjas já chupadas.Foi assim com Joaquim Barbosa, o paladino da
justiça tucana, colecionando desde surra na mulher até conta secreta no
exterior, agora amargando merecido ostracismo de nulidade no exercício da
pequenez. A bola da vez é o Aecinho do pó, ombreado com
Paulinho da Força e Eduardo Cunha, já longe da elite do seu partido. Inculto,
acumulador de crimes, escandaloso, nem um pouco confiável, até pelos seus
comparsas e cúmplices. Já está sendo devidamente defenestrado pelo estado maior
do tucanato paulista, o triunvirato do mal: FHC, Serra, Alkimin. Aécio serviu
para encarnar um fantoche, que aparentemente, governaria se eleito, com um
ministério montado no exterior, a começar pelo ministro da fazenda, um cidadão
com dupla nacionalidade (brasileiro e norte americano, de fato e no
passaporte). Derrotado, serviu para ser o porta voz do golpe,
dos pedidos de impeachment, da cassação, do terceiro turno eleitoral. Afastada
essa hipótese, porque parida e amamentada nas tetas do totalitarismo, o moço da
coca já não tem utilidade. Novamente derrotado, junto com o resto da quadrilha
golpista, já não serve mais. Pinóquio nas mãos dos Gepetos paulistas que o
farão permanecer bonequinho de madeira, entregue às CPI e investigações mineiras. Abandonado Aécio, levando porradas da Veja,
folhetim tucano sustentado por Serra, com o dinheiro do Metrô paulista. A bola
da vez é Fernando Moro, o juiz de primeira instância com poderes superiores aos
do STF. Por determinação dos emplumados malfeitores de bico longo. Em São Paulo
reúne-se o que de mais nefasto para o povo brasileiro: a presença dos
interesses norte- americanos, o quartel general da roubalheira, o comando de
polícias truculentas e covardes, a maçonaria, o fundamentalismo religioso, o
sectarismo, a homofobia... Fazendo de São Paulo quase que um pais à parte, com
a missão de conquistar o Brasil, seja pelo voto, seja pela ocupação, pura e
simples, através de um golpe. São Paulo hoje diverge tanto dos interesses
nacionais que é quase uma ameaça externa.

Nenhum comentário:
Postar um comentário