domingo, 3 de maio de 2015

Um escroque em agonia


                                                         


Por Francisco Costa


Aécio Neves consegue ser tão ruim que entre ruins sobra, tão ladrão que entre ladrões sobra, tão antinacionalista que entre vendilhões da pátria sobra, tão tucano que entre tucanos sobra. Parêntesis: há uma elite tucana, uma espécie de politburo tupiniquim, intimamente ligada à Cia e à tevê Globo que, no poder ou não, serve-se de bonecos ocasionais, inflando-lhes os ego, quando não propinando, usando-os para depois descartarem, bagaços de laranjas já chupadas.Foi assim com Joaquim Barbosa, o paladino da justiça tucana, colecionando desde surra na mulher até conta secreta no exterior, agora amargando merecido ostracismo de nulidade no exercício da pequenez. A bola da vez é o Aecinho do pó, ombreado com Paulinho da Força e Eduardo Cunha, já longe da elite do seu partido. Inculto, acumulador de crimes, escandaloso, nem um pouco confiável, até pelos seus comparsas e cúmplices. Já está sendo devidamente defenestrado pelo estado maior do tucanato paulista, o triunvirato do mal: FHC, Serra, Alkimin. Aécio serviu para encarnar um fantoche, que aparentemente, governaria se eleito, com um ministério montado no exterior, a começar pelo ministro da fazenda, um cidadão com dupla nacionalidade (brasileiro e norte americano, de fato e no passaporte). Derrotado, serviu para ser o porta voz do golpe, dos pedidos de impeachment, da cassação, do terceiro turno eleitoral. Afastada essa hipótese, porque parida e amamentada nas tetas do totalitarismo, o moço da coca já não tem utilidade. Novamente derrotado, junto com o resto da quadrilha golpista, já não serve mais. Pinóquio nas mãos dos Gepetos paulistas que o farão permanecer bonequinho de madeira, entregue às CPI e investigações mineiras. Abandonado Aécio, levando porradas da Veja, folhetim tucano sustentado por Serra, com o dinheiro do Metrô paulista. A bola da vez é Fernando Moro, o juiz de primeira instância com poderes superiores aos do STF. Por determinação dos emplumados malfeitores de bico longo. Em São Paulo reúne-se o que de mais nefasto para o povo brasileiro: a presença dos interesses norte- americanos, o quartel general da roubalheira, o comando de polícias truculentas e covardes, a maçonaria, o fundamentalismo religioso, o sectarismo, a homofobia... Fazendo de São Paulo quase que um pais à parte, com a missão de conquistar o Brasil, seja pelo voto, seja pela ocupação, pura e simples, através de um golpe. São Paulo hoje diverge tanto dos interesses nacionais que é quase uma ameaça externa.


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